Para comandante da PM, criança ter sobrevivido após tantas horas enterrada é um ‘milagre’. Família seguiu costumes indígenas e enterrou a menina por pensar que ela morreu após o parto.
O resgate
da índia recém-nascida – que
foi resgatada depois de ser enterrada viva pela família dela, nessa terça-feira
(5), em Canarana, a 838 km de Cuiabá, é visto como um
milagre por policiais que ajudaram a salvá-la.
A polícia descobriu que a recém-nascida estava viva no momento em que os policiais cavavam para retirar o corpo do local.
Os policiais calculam que a criança ficou enterrada por seis horas – entre as 14h e 20h de terça-feira em uma cova de 50 centímetros de profundidade. A menina está no Hospital Regional de Água Boa, a 736 km de Cuiabá.
A família indígena, seguindo os costumes deles, enterrou a menina no quintal da casa deles. A bisavó, Kutz Amin, de 57 anos alegou que a criança não chorou e, por isso, acreditou que estivesse morta. Ela acabou presa nesta quarta-feira (6). O G1 não localizou o advogado dela.
A polícia descobriu que a recém-nascida estava viva no momento em que os policiais cavavam para retirar o corpo do local.
Os policiais calculam que a criança ficou enterrada por seis horas – entre as 14h e 20h de terça-feira em uma cova de 50 centímetros de profundidade. A menina está no Hospital Regional de Água Boa, a 736 km de Cuiabá.
A família indígena, seguindo os costumes deles, enterrou a menina no quintal da casa deles. A bisavó, Kutz Amin, de 57 anos alegou que a criança não chorou e, por isso, acreditou que estivesse morta. Ela acabou presa nesta quarta-feira (6). O G1 não localizou o advogado dela.

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