quinta-feira, 29 de outubro de 2015

FOLHA DO PARÁ - CHIMBINHA ANUNCIA LOURAÇA PARA O LUGAR DE JOELMA

Segundo assessoria, Banda Calypso está sob disputa judicial.
Joelma investirá em carreira solo, e Chimbinha terá novo par.
A assessoria
 do guitarrista Chimbinha confirmou, nesta quarta-feira (28), que o músico se dedicará a um projeto paralelo. Segundo seu gerenciador de crise, a empresa que tem como nome de fantasia "Banda Calypso" e pertence ao ex-casal está sendo disputada judicialmente, e por isso o guitarrista deverá formar dupla com a cantora Thábata Mendes, que deve ser apresentada oficialmente como nova parceira musical do artista no começo de novembro, quando o novo grupo será apresentado em uma entrevista coletiva.
Ainda de acordo com a assessoria de Chimbinha, Joelma - que já havia anunciado que iria seguir carreira solo como "Joelma Calypso" - terá de abrir uma nova empresa, já que não poderá utilizar a estrutura da empresa do casal para produzir seus shows.
A assessoria da cantora Joelma informou que existem dois contratos de trabalho entre ela e o ex-marido:  a J.C Locações, que é dividido meio a meio e cuida dos shows; e a  J.C Limitada, que pertece 60% a Joelma e corresponde ao nome de fantasia do grupo. Segundo a assessoria da cantora, mesmo sendo proprietária majoritária, Joelma não deverá se apresentar mais com o nome do grupo a partir de janeiro de 2016.
Até o dia 31 de dezembro a Banda Calypso deverá cumprir a agenda de shows agendados sem Chimbinha. Segundo a assessoria do guitarrista, Joelma já demonstrou que não se sente à vontade com ele no palco, e por isso deverá fazer shows sozinha, com um guitarrista substituto.

O nome da nova banda de Chimbinha ainda não foi divulgado. O G1 tenta contato com Thábata, mas ainda não foi atendido. Em seu perfil em uma rede social, a cantora natural de Mossoró, no Rio Grande do Norte, se define como uma cantora de sertanejo. A loira já se apresentou em festivais de axé music e lançou seu primeiro EP, entitulado "Flores", em 2011.
Matéria reproduzida na integra 

quarta-feira, 7 de outubro de 2015

Joaquim Barbosa detona a hipocrisia do PSDB

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Potencial candidato à presidência da República em 2018, o ex-ministro Joaquim Barbosa, que presidiu o Supremo Tribunal Federal, disparou contra os tucanos; "contra o presidente de uma das Casas do Congresso há acusações de crimes graves, mas ele é apoiadíssimo pelo PSDB!", afirmou, referindo-se ao apoio do líder da bancada tucana, Carlos Sampaio (PSDB-SP), ao presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ); Barbosa também fez uma crítica velada ao senador Aécio Neves (PSDB-MG); "nossa economia está aos frangalhos, mas eles só pensam numa coisa: no dinheiro das empresas"; o presidente do PSDB tem defendido que as doações empresariais, banidas pelo STF, sejam mantidas.
Em seu perfil pela rede social Twitter, o ex-ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) voltou a criticar a classe política, o PSDB e o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), em três tweets.
"Notem o comportamento dos políticos: a) nossa economia está aos frangalhos, mas eles só pensam numa coisa: no dinheiro das empresas", afirmou.
Já o "b) contra o presidente de uma das Casas do Congresso há acusações de crimes graves, mas ele é apoiadíssimo pelo PSDB!". 
Cunha é alvo da Operação Lava Jato e foi denunciado pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, além de ter contas não declaradas na Suíça, que congelou as contas do deputado por suspeita de lavagem de dinheiro. 
Ontem, o  líder do PSDB na Câmara Federal, Carlos Sampaio (SP), afirmou  que o partido vai aguardar mais informações quanto à possível existência de contas bancárias na Suíça em nome do presidente da Câmara. "Seria leviano da minha parte afirmar que ele está envolvido. O Ministério Público ainda aguarda informações da Suíça e ele tem, por ora, o benefício da dúvida." 
Desta forma, Barbosa questionou: "dá para levar essa gente a sério? Não dá, né?"

sábado, 3 de outubro de 2015

Jacareacanga e seus mistérios politico.

Tem gente desesperada querendo a qualquer custo ser prefeito, prometendo coisas bizarras para ter apoio e formar aliança forte para se lançar candidato a vaga de prefeito de Jacareacanga, promessas de salários e contratos astronômico para aqueles que investirem em sua campanha, vamos ficar de olho aberto, muitos são os paraquedistas que começaram saltar em Jacareacanga em busca de um lugar ao sol de verão. O povo já decidiu, o povo já escolheu, eleição em Jacareacanga é para eleger um filho da terra.
Segundo um morador de Jacareacanga que pediu pra manter em sigilo sua identidade, ele afirmou que foi procurado por um certo cidadão com voz macia, que não parava de falar, sem que o mesmo desse tempo para as pessoas fazer alguma pergunta, ele afirmou ser candidato e que está disposto a transformar a cidade em um canteiro de obras e valorizar cada cidadão dando um emprego para cada filho daqueles que lhes apoiarem. Pois segundo ele, seu governo será do povo., mas eu sei muito bem quem ele 'É,' pedir pra ele se retirar de minha casa porque ainda não era campanha politica para ele começar a prometer. Segundo o cidadão de bem, ele afirma que esse possível candidato saiu xingando e afirmando que não ficaria assim caso ele fosse eleito e que muitos dessa cidade ainda iriam se arrepender por tratar ele dessa forma, e que seu nome disse o morador, estaria na lista daqueles que se daria mal em seu governo.
FIQUE DE OLHO!!!!!! NÃO RECEBA EM SUA CASA POLÍTICOS RANCOROSOS, FECHE A PORTA E MANDE ELE VOLTAR NA MESMA PISADA DE ONDE ELE VEIO! 

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Dr. Antunes: “Governo do Estado abandonou garimpagem de nossa região”

Advogado José Antunes critica Jatene
Até quando uma região detentora de expressiva potencialidade de riqueza mineral tendo no ouro seu maior PIB vai viver o drama do abandono e falta de apoio por parte dos governantes?
Essa é uma pergunta que ao longo dos anos continua sem resposta. Mas se a omissão oficial é nociva, temos uma voz da resistência que de forma incansável tem denunciado esse estado de coisas e pedido providências. Trata-se do advogado e minerador José Antunes, um profundo conhecedor dessa temática. O advogado enfatiza que o ouro comprovadamente representa entre 60% a 70% do PIB do município de Itaituba, uma vez que sobre o valor de sua venda, incide 1% de IOF, sendo que deste 1%, 70% são transferidos para o Município de origem e 30% para o Estado, conforme determinado pela Constituição Federal de 1988 em seu art. 153, inciso V, parágrafo 5º, tendo sido regulamentado pela Lei 7.766, de 11 de maio de 1989.

Para José Antunes, esses dados oficiais mostram o contraste entre uma região rica em sua produção aurífera e a falta de atenção do Estado. Em números, o repasse do IOF-OURO representou no ano de 2013 um ganho de dois milhões e quinhentos mil reais, com esse valor se repetindo em 2014 e para esse ano não será diferente. Com a venda comprovada do ouro por ano, sua produção foi equivalente a cerca de R$ 360.000.000,00 (trezentos e sessenta milhões de reais), superando assim toda a receita do Município, o que tem feito com que a economia da região não sucumba.

Mas se os números não mentem quanto potencialidade de Itaituba na produção aurífera, os valores acima citados poderiam ser bem maiores, sendo que e a produção só não aumenta por causa dos entraves burocráticos governamentais provocados pelos órgãos licenciadores ambientais. Dr. José Antunes critica a inoperância deles, que acabam criando toda sorte de obstáculos para a concessão das licenças ambientais, começando pelo IBAMA, que mesmo tendo competência para outorgar licenças ambientais nas Flonas, não cumpre seu papel, mesmo na FLONA do AMANA, onde seu decreto de criação prevê a permissão da prática da mineração no âmbito da mesma, porém, as séries de obrigações exigidas dos garimpeiros pelo IBAMA, se equivalem as mesmas feitas ao mega empreendimento da Hidrelétrica de Belo Monte, o que considera um absurdo, desproporcionais, já que essas exigências nunca poderão ser cumpridas pelos garimpeiros e empresas mineradoras, que não podem desenvolver seus empreendimentos minerários, não tendo sido outorgada nenhuma licença ambiental aos garimpeiros e empresas mineradoras no interior da Flona, até o momento, apesar dos inúmeros projetos já requeridos junto ao IBAMA. O advogado e minerador considera esse fato um descaso total, lembrando que já se passaram mais de 8 anos da criação das Unidades de Conservação e nada de proveitoso foi feito em prol da garimpagem, lembrando que os decretos federais criando Parques, Flonas, APAS e outras áreas protegidas, foram publicados no dia 13 de fevereiro de 2006.

Quanto as APAS que o licenciamento ambiental são de competência da SEMAS do Estado, Dr. José Antunes ressalta que o estado de descaso e abandono não é diferente do governo Federal, não negando a boa vontade do ex-secretário José Colares que esteve sempre presente aqui na região e do atual secretário Dr. Luiz Fernandes, que continua sempre presente, mas que mesmo com todo esse empenho, a SEMAS não conseguiu expedir as licenças ambientais necessárias, nem mesmo as simples renovações de licença, tendo processos há anos parados em referido órgão, em Belém, sem qualquer perspectiva de solução, apesar das constantes cobranças de toda a sociedade e das empresas minerais e dos garimpeiros, visto que a SEMAS não tem estrutura técnica e funcional suficiente para suprir a demanda apresentada por nossa região.

Para José Antunes, o grande responsável pelo emperramento, e travamento da economia garimpeira e minerária em nossa região é o governador Simão Jatene, que apesar de ser dotado de vasto conhecimento técnico/administrativo, não consegue visualizar o cenário caótico que vem gerando grandes prejuízos para a região e ao próprio Estado, já que a não concessão de licenças ambientais faz com que a região deixe de produzir mais de um bilhão de reais por ano, tudo por que os órgãos ambientais não conseguem cumprir com suas obrigações institucionais, já que nos últimos oito anos foram expedidas somente algumas licenças ambientais em nossa região, que não representam nem ao menos 1% dos requerimentos. Sobre a prática ilegal da garimpagem alegada pela União e Estado, Dr. Antunes defende a categoria e assegura que são pessoas honradas e honestas, empreendedoras e que estão legalmente amparadas em suas atividades profissionais, pela Lei Federal nº 7.805/89, Lei Federal nº 11.685/2008 (Estatuto do Garimpeiro), apenas não estão exercendo a atividade na forma prevista na legislação ambiental, por culpa da inoperância dos órgãos ambientais (SEMAS e IBAMA).

Em síntese, os fatores negativos acima elencados, de acordo com Dr. José Antunes, estão emperrando grandes investimentos por parte das mineradoras, fazendo assim com que elas interrompam o processo de expansão e ao mesmo tempo inviabilizando a possibilidade do garimpeiro também vir a se tornar um minerador. O advogado critica a atuação da direção do ICMBIO, que segundo ele quando se instalou em Itaituba, após a criação das Unidades de Conservação, atuou pouco mais de dois anos nos Conselhos de respectivas Unidades de Conservação, e por falta de verbas se ausentou do Município, tendo retornado há pouco mais de um ano, continuando sem qualquer condição de atuar na região, pela sua estrutura precária, o que está ocasionando as “missões” do IBAMA, que trazem fiscais de outros estados da Federação, apenas para promover terrorismo nos garimpos, multando e queimando equipamentos e ameaçando cidadãos de bem, que são os garimpeiros que apenas querem e precisam trabalhar.

Entende, ainda, Dr. José Antunes, que por mais paradoxal que pareça, a criação das Unidades de Conservação em 2006 em nossa região definiu as atividades que poderão ser praticadas e as atividades que estão proibidas, em referidas unidades, dando desta forma, segurança jurídica à implantação de empreendimentos em nossa região, podendo ser afirmado que hoje a região do Tapajós é a que proporciona a maior segurança jurídica ao empreendedor no Estado do Pará.

SE O ESTADO QUISER HÁ UMA SAÍDA: Nosso entrevistado, que é um expert no assunto mineração na condição de advogado e minerador, tem a solução,que considera simples para que o cenário atual de abandono e ausência do Estado possa ser resolvido. A implantação de um núcleo da SEMAS estadual em Itatuba, licenciando e fiscalizando todas as atividades da região de sua competência, inclusive os novos empreendimentos na área portuária, hidrelétricas, etc., com estrutura financeira e pessoal, já que não há outra saída, e que somente com o órgão centralizado em Belém, já está sobejamente provada a impossibilidade do atendimento a contento aqui na região, vez que não consegue atender nem ao menos a região da capital do Estado.

Por: Nazareno Santos
Fonte: RG 15/O Impacto

Reproduzido do Blog
Junior Ribeiro - Itaituba/Pa

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