domingo, 7 de dezembro de 2014

Esposa do Juiz Sérgio Moro é assessora do PSDB

Rosângela Wolff de Quadros Moro
Esposa de Sergio Moro, Juiz responsável pela Operação Lava Jato, é assessora jurídica do PSDB. Além da esposa, irmão do Juiz, Cesar Moro, não esconde simpatia pelos tucanos nas redes sociais

Fabiano Portilho, JornalI9
O nome de Rosângela Wolff de Quadros Moro passaria despercebido se não fosse por um detalhe o sobrenome “Moro”. Rosângela é esposa de Sérgio Fernando Moro, o Juiz responsável pela Operação Lava Jato, apontado por diversos juristas de nome e renome como o “Rei dos Vazamentos” mas só quando os depoimentos citam alguém do PT e PMDB.
A senhora Moro é assessora jurídica de Flávio José Arns, Vice do Governador do Paraná, Beto Richa (PSDB). Flávio Arns, é Sobrinho de Zilda Arns e de Dom Paulo Evaristo Arns. Zilda é fundadora e coordenadora internacional da Pastoral da Criança, e Dom Evaristo, arcebispo-emérito de São Paulo. O Vice-Governador do Paraná Iniciou a carreira política quando se candidatou a deputado federal pelo PSDB, logrando êxito, e sendo reeleito por três vezes seguidas. Em 2001, deixou o PSDB e filiou-se ao PT. Em 2002, foi eleito senador, e em 2006 concorreu ao governo do Paraná, obtendo o terceiro lugar com 9,3% dos votos.
Em 19 de agosto de 2009, anunciou que se desligaria do PT, por não concordar com a maneira como o partido tratou as denúncias contra o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP). Arns voltou, em 2009, junto com o senador Expedito Júnior (PR-RO), para o PSDB. Nas eleições de 2010, foi candidato a vice-governador do Paraná na chapa encabeçada por Beto Richa, chapa esta vitoriosa no pleito de 3 de outubro de 2010, em primeiro turno.
Flavio Arns é conhecido por defender os direitos dos deficientes físicos e mentais, em especial dos autistas, foi defendendo essa bandeira que conheceu Rosângela Moro, que logo depois assumiu como Procuradora Jurídica das APAEs no Paraná. A senhora Moro chega a representar em Comissão na Câmara Federal, o Vice de Beto Richa (PSDB).

Texto reproduzido na integra de Luiz Parussolo
POSTADO EM 07/DEC/2014 ÀS 20:25
O povo só olhar a corrupção é quase nada. O Brasil foi tomado por burocratas e tecnocratas politicamente desde as prefeituras e câmaras municipais e para isto o Governo FHC, já vindo capengando desde o Governo Sarney pelos planos impostos por Ronald Reagan (este um dos presidentes mais amados pelos americanos e odiado juntamente com Margareth Thatcher pelos ingleses devido a oligopolização do país com empresas americanas e a exclusão dos ingleses). Os planos de congelamentos e confiscos acatados em toda a AL tinha o objetivo de enfraquecer e minar a produção e a economia interna e foi o que ocorreu com a desorganização geral do país e o extraordinário pique inflacionário chegando a mais de 100% a.m. se não houvesse congelamento em 15.04.90. O FHC como mandatário do Bill Clinton já em 1992 como Ministro das Relações Exteriores, juntamente com o Itamaraty, convenceram o Senado a extinguir nosso projeto nuclear e assinar o tratado de defesa restrita o que foi acatado em duas votações, uma com 25 votos e abstenções (velho país de canalhas e covardes) enquanto o navio nuclear projetado em 1979 apodrecia no estaleiro (este fundamental na defesa de qualquer país); enquanto Índia, Israel, Paquistão e Ucrânia não concordaram e continuaram com seus projetos nucleares e ogivas. Depois com Ministro da Economia e como Primeiro Ministro implementou o Plano Real, este totalmente elaborado pelos EUA, Inglaterra e FMI, fundamentos essencialmente neoliberal e de abertura geral do país ao capital especulativo e predador estrangeiro e a imposição de tecnologia e insumos americanos, oligopolização e transformação do país em produtor de matéria prima e produtos in natura e mão de obra barata, ficando eles com a economia juntamente com raríssimos segmentos nacionais. Pilares do plano: transformação da moeda por um fator calculado com a atualização dos preços livremente nos últimos três meses (em 28 de fevereiro salários, aposentadorias, subsídios e soldos já haviam sido transformados pela média quadrimestral no último dia do mês com a perda da correção que realizava no dia seguinte, além do resíduo de 10% de janeiro/94 e 39,67% de fevereiro); paridade dólar/real. ou dólar 0,85 do real; fechamento de todas as linhas de crédito; retirada do imposto de importação e abertura indiscriminada da importação (outros previstos na Lei 8880/94). Com o início do plano em julho os preços ao consumo retraíram 50%; a exportação foi inviabilizada totalmente; os produtos estrangeiros baratos abarrotaram o mercado; os empresários e produtores rurais já descapitalizados não tinham crédito oficial e a taxa Selic em quase 30% os juros bancários acabaram nas nuvens. Quebradeira geral de todas as atividades pequenas, médias e grandes, agiotagem, especulação, desemprego maciço e ruína nos centros industriais e perda de qualificação empreendedora e funcional; patrimônio e mão de obra, esta com o fim dos pisos salariais, foram depreciados para 25% dos valores praticados e a consequente invasão de tecnologia aos grandes oligopólios financiados pelo BNDS, muitos abandonados nos pátios das empresas por ninguém saber operar, sendo 92% importados dos EUA. Isso na sequência juntamente com outras medidas. Perdemos aqui o maior cabedal que um país que desenvolve possui, o conhecimento técnico e científico da indústria e agropecuário e hortifrutigranjeiro. Em consequência, o que os aplicadores do plano não contavam mas os seus idealizadores sabiam, com o desarranjo geral, a agiotagem e a especulação, estas nunca havidas na história, o recuo da exportação quase total e a perda de mercado externo, a dívida disparou e o FMI e os EUA nadaram de braçada e continua crescente e ninguém segura e quem cada vez mais vai ser sacrificado é o social e o país será cada vez mais colônia do capitalismo exploratório e devasso. O FHC e o seu grupo neoliberal criaram o sistema tecnocrático, teocrático e burocrático pensando em eternizar no Poder e até a reeleição não previa mandatos e isto veio a ser limitado pelo Supremo quando o Lula quis aproveitar-se da regalia. No entanto o caos instaurado no segundo mandato do FHC devido a colheita dos resultados das causas entregou de mão beijada o trono para o grupo do Lula, de vocação bolchevique, como eles e todos os poderes e imprensa, oligopolista, tecnocrático e burocrático, sem nenhum perfil racional para entendimento de um país produtivo, capitalista, moderno, avançado, independente, povo potencial com educação plena e prática desde a idade muito precoce onde forma-se o espírito e o gênio; criativo; industrializado com indústrias de transformação, bens de capitais e pesada, sem isso país nenhum deixa de ser colônia e tratador de atividades parasitas enquanto outras nações pastam e esponjam em nossos estábulos e levam nossas divisas e nossas riquezas, contando ainda com meia dúzia de oligopólios, capitalistas especuladores e acumuladores de patrimônios produtivos e úteis para parasitar as atividades úteis. Meu filho é formado em rede e computação e possui uma escola de informática e minha filha, esta cursando administração de empresas, trabalha na firma. Aqui tem uma indústria tradicional de móveis e estofados e alguns operários, técnicos e área administrativa fazem alguns cursos específicos fornecidos pela escola e em conversas com os mesmos vem tomando conhecimento da cultura industrial interativa de ambos, inclusive o vocabulário. Estão encantados e comentaram comigo. Disse a eles esse é o maior patrimônio que o Brasil construiu, na agropecuária, horti/fruti/granjeiro e agroindústria e na indústria desde a década de 1930 até 1993 que foram jogados no vaso e dada descarga por empiristas irracionais que fizeram do país seus empreendimentos e que nunca mais recuperaremos, pois tais conhecimentos só são adquiridos na tradição e de geração em geração e escola alguma transmite, esta só ajuda a aperfeiçoar, mas o conhecimento e a competência só no seu experimento e na interação do sistema integral. Mas, temos uma vantagem, somos positivistas e criaturas de Auguste Comte, deuses, então todos trazem tudo até nós. Só que levam nossas divisas e nossas riquezas para lá. É isso que acredito os brasileiros das últimas gerações resistem em entender e contentam-se com o departamento, o empirismo, o gabinete, a gaveta, o dogmatismo, o pragmatismo e o abstrato e ideal subjetivo matando a razão e o saber.

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