quarta-feira, 15 de outubro de 2014

A FORÇA DA MULHER BRASILEIRA

Eu posso receber todas as críticas durante todo o tempo, escutar barbaridades a respeito de várias áreas da minha campanha e até da minha atividade governamental, posso passar por isso e ter que achar que isso faz parte da democracia, que é a discussão e crítica política no momento da campanha eleitoral.
Agora, o candidato, de fato, não está acostumado a receber críticas, porque ele, como vocês mesmo divulgam, tinha uma certa blindagem quando era governador de Minas Gerais.
Todos os dados que eu falei são comprovados.
Todo mundo que quer ser presidente é obrigado a debater. Também não fui somente eu que falei, foram os jornais que disseram que ele tem de explicar os recursos na área de propaganda e publicidade. Quanto de recursos foi repassado para a rede de emissoras dos familiares do ex-governador, atual senador e candidato à Presidência.
Acho surpreendente que essas questões não sejam discutidas de forma clara. Teve um momento que eu achei que ele pensa que se ficar dizendo “ah, estão me perseguindo” ou qualquer coisa assim, nós vamos deixar de confrontar os números dele. Porque eu tenho números para confrontar. Ele pode confrontar meu governo, nunca impedi.
Por exemplo, é importante saber que ele deve 8 bilhões de reais para educação. É importante saber que ele deve 7,6 bilhões de reais na saúde. Sabe por que? Porque isso é a forma que ele geriu Minas Gerais e isso explica a crítica que a população tem a ele. O que não é correto é ele achar que ele pode falar tudo e nós não podemos falar nada. Tem aí um componente de um candidato que tem sido protegido a vida inteira.

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