sábado, 10 de novembro de 2012

ÍNDIOS MUNDURUKU GRITAM POR JUSTIÇA

BARBARIDADE CONTRA INDÍGENAS: -ERA ISSO QUE VOCÊS QUERIAM CARALHO?!

O retrato da insensatez - Um cartaz feito por um aluno, afixado em sua sala de aula, fazendo apologia à felicidade, transpassado  por um tiro de fuzil deflagrado por um elemento da Força Legal (?)
Aldeia Teles Pires - Local da invasão
OPERAÇÃO DA POLICIA FEDERAL DENOMINADA ELDORADO LEVA MORTE, E DESESPERO AOS INDIOS MUNDURUKU DO TELES PIRES
Jacareacanga -Momentos de terror viveram os indígenas Munduruku,  estabelecidos a margem do Rio Teles Pires ou São Manuel, precisamente na Aldeia denominada Teles Pìres, neste dia 07, quando subitamente com aparato de guerra foi invadida por policias federais  que compõe a operação denominada Eldorado que visa por fim à atividade clandestina garimpeira de ouro no leito dos rios da Amazônia. O grupamento policial utilizando de forte aparato jamais visto por indígenas com forte armamento e apoio de helicóptero disparando sem cessar  criou pânico, colocando os silvícolas em fuga, e os que não puderam fugir do cerco, com armas artesanais foram para o confronto.
Draga explodida
De acordo com depoimentos de indígenas e conclusão de uma Comissão do Poder Legislativo de Jacareacanga, ocorreu excessiva força policial para combater homens desarmados e que as únicas armas que usavam e esboçaram reação foram armas  artesanais insuficientes para combater com homens preparados para guerra e fortemente armados. Mesmo assim o grupamento de policias depois de explodirem dragas  em atividades  no rio Teles Pires onde alguns índios tem vínculos de trabalho, detonaram  com forte artefato explosivo uma draga  encostada à margem do rio próximo as casas do aldeamento, ocasião em que ocorreu reação dos indígenas principalmente ao presenciarem o velho cacique Baxixi Waro ser atingido por uma bala de borracha e tendo caído  levou alguns guerreiros a imaginar que estaria mortalmente ferido, em seguida ao ver um idoso ser atirado  à queima roupa em seu membro superior o índio Adenílson Krixi  investiu no corpo a corpo contra o policial agressor e foi alvejado na perna com um tiro provavelmente de calibre 12, mesmo caído o índio tentou erguer-se e foi novamente alvejado dessa vez em outra perna, e como relata o documento abaixo feito por uma comissão do Poder Legislativo de Jacareacanga,  depois de praticamente  sem vida ainda recebeu o tiro de misericórdia esfacelando sua cabeça.
Uma frase de um Policial Federal que deveria ser guardião dos bons costumes e com a responsabilidade de promover a paz, fica para sempre indelével  na vida dos indígenas, ocasião em que os índios sendo  subjugados  bradava perguntando:

ERA ISSO QUE VOCÊS QUERIAM CARALHO?
ERA ISSO QUE VOCÊS QUERIAM CARALHO?
ERA ISSO QUE VOCÊS QUERIAM CARALHO?

Há registro de próprias indígenas que alguns policiais as tratavam com gritos de vadias, vagabundas e prostitutas.
Repercute até hoje o discurso de sua excelência o Deputado Federal Dudimar Paxiuba na tribuna da Câmara Federal em que clamava que salvassem o Rio Tapajós da garimpagem clandestina; esqueceu-se o nobre parlamentar que para acabar com a atividade seria necessário força policial, devido ser um  trabalho que produz meios de sobrevivência  para indígenas e ribeirinhos que trabalham na atividade, que vendem frutas, farinha, e outros gêneros de alimentação para sustentarem suas famílias e que resistiriam com certeza e dai surge perguntas que insistem em não calar:

- e aí Deputado não seria importante em seu discurso pedir que salvassem os indígenas e ribeirinhos também?
- e aí Deputado Vossa excelência já foi ao Teles pires, local do sinistro avaliar a excessiva força utilizada para combater  com os desvalidos guerreiros Munduruku?
Povo acuado, sem norte, vencido, dominado
e aí Deputado Vossa Excelência já avaliou a idade dos guerreiros atingidos pela força policial, que na maioria contam com mais de 60 anos?
- e aí Deputado Vossa excelência o que vai fazer mesmo para Salvar os Ribeirinhos e indígenas antes de salvar o Tapajós?

Menina ferida
Rastro de sangue -  indigena em fuga





As informações prestadas neste post, foram declaradas por indígenas por ocasião dos trabalhos da Comissão Parlamentar de Jacareacanga. No momento, se faziam presentes conduzidos em duas aeronaves a comissão do Poder Legislativo, e os indígenas Valdenir Moris que veio diretamente de Altamira em uma aeronave fretada por organismos de apoio  aos direitos indígenas, Walmar Kabá Cacique da Aldeia Nova Esperança, Walter Azevedo Tertulino  ex-administrador da Funai, e o filho do cacique Baxixi Sandro Waro além de um cinegrafista e repórter do SBT.
CÓPIA FIEL
Abaixo o relato da comissão especial da Câmara de Jacareacangaque foi  nesta data (08)  no local do confronto avaliar a situação.

COMISSÃO ESPECIAL DO PODER LEGISLATIVO
RELATÓRIO DA COMISSÃO
Objetivo:verificação in-loco de violências contra indígenas.
Finalidade: Atender convite de indígenas para avaliarem atuação de intervenção na Aldeia Teles Pires por equipe da Operação Eldorado.
Local de trabalho: Aldeia Teles Pires
Data: 08 de Novembro de 2.012
Composição da Comissão:
                Ver. Raimundo Batista Santiago – Presidente
                Ver. Carlos Augusto Andrade Cardoso – Relator
                Ver. Adonias Kabá Munduruku – Membro
                Elias Freire (Presidente do Poder Legislativo)
Deslocamento de Jacareacanga: Dia 08.11.2012
Retorno do Teles Pires: Dia 08.11.2012

Inicialmente o Ver. Raimundo Santiago, disse que estaria ali para, em comissão com os demais vereadores, ser ouvidor dos reclames sobre o episodio que se propaga na imprensa que se relaciona com Agentes Federais da Operação Eldorado que teriam na atividade policial na aldeia Teles Pires, aterrorizado os indígenas inclusive com extrema violência e até morte, encerrou sua fala preliminar no encontro dizendo que estende sua solidariedade a todos. O relator da comissão Ver. Carlos Augusto Andrade Cardoso popularmente conhecido como Amazonas demonstrou sua solidariedade ao povo e disse que o que for ouvido pela comissão será colocadoem documento e encaminhado a quem de direito para adotar as providencias cabíveis. O membro da comissão Ver. Adonias Kabá falando na língua materna do grupo tribal,mostrou sua solidariedade e apelou aos parentes que fossem depor à comissão que se utilizassem  de informações verídicas  para que a comissão pudesse avaliar melhor os problemas que envolveram os indígenas. Dado a situação extraordinária do momento, o relator convidou o Sr. Walter Tertulinoque estava naquele local convidado por alguns indígenas que acompanhavam uma equipe de televisão, para registrar em relatorio a memoria de tudo que ocorresse a partir daquele momento nos trabalhos da comissão em contato com os comunitários do Teles Pires. Foi convidada de imediato a indígenaRosenildaBorõ Munduruku por falar fluentemente o português para prestar declarações dos fatos  na qualidade de depoente, e  traduzir outros depoimentos caso fossem necessários; ao ser inquirida  pela comissão disse: QUE, ninguém da Aldeia sabia da intervenção policial na comunidade, mas, tomando conhecimento da presença de Agentes da Policia Federal às proximidades tomaram iniciativa de irem até eles para saber o que estaria ocorrendo e tentarem resolver com esses de maneira amistosa a situação pois os comentários é que o grupo policial que estava fortemente armado iria efetuar prisões, e apreender bens e equipamentos dos garimpeiros. Temiam os indígenas ficarem sem vínculos de trabalhos com os garimpeiros de onde tiram o sustento para seus familiares, trabalhando nas dragas, ou fazendo vendas de frutas, farinhas etc.... No momento ouviram de um dos lideres do grupamento policial que a ordem eraexplodir todas as balsas ou escariantes/Dragas que estariam no trabalho de garimpagem no curso do rio. Ponderaram os índios que não fizessem isso, pois era a única fonte de renda que a comunidade tinha, já que não recebiam nenhuma outra vantagem. Como não lograram êxito diante da decisão do Grupo Policial, pediram ao menos os combustíveis que estaria em deposito em cadaestrutura das dragas já que seriam espalhados no rio e isso iria matar peixes e ainda o combustível serviria para suas embarcações em deslocamentos constantes para pesca e visita em outras aldeias. De imediato a pessoa que se identificou como delegado e líder dos policiais concluiu estar de acordo com a proposta dos indígenas, e que no dia seguintevoltassem a falar consigo para resolver de vez a situação. Prosseguiu a depoente, que no dia seguinte alguns guerreiros e lideres voltaram para finalizar entendimentos sobre o aproveitamento dos combustíveis já que iriam explodir os maquinários,entre esses  os indígenas Valdir, Nego,  e Pezão, e para surpresa de todos o estado de humor dos policiais mudou completamente e mandaram todos ficarem com as mãos sobre a cabeça e voltarem correndo para  a aldeia Teles Pires. Prosseguiu a depoente revelando que todos voltaram e por volta das nove horas do dia 07.11.2012 a aldeia foi subitamente invadida por incontáveis policiais fortemente armados quecolocaram em pânico toda a comunidade, já que rajadas de tiros a esmo era disparada do helicóptero. O cacique Baxixi (BasilioWaro) como autoridade da organização social dos Munduruku na aldeia acompanhado de alguns guerreiros foram até os invasores indagar o que queriam e falou diretamente com o Sr. Paulo de tal funcionário da Funai de Brasília que acompanhava o grupamento policial questionando a respeito da invasão e ouviu daquele funcionário que a ordem que tinham recebido era explodir tudo e passar por cima de quem se opusesse, foi quando se aproximaram alguns guerreiros armados com armas artesanais (arcos e flechas) e mesmo sem esboçarem ação alguma de ataque foram imediatamente alvejados com fortes tiros de balas de borracha, mesmo estando presentes velhos, e crianças que nunca imaginavam uma ação tão violenta dos policiais; ato continuo em meio ao pânico generalizado entre os indígenas que nunca tinham visto uma operação tão violenta e desmedida ocorreu um corre corre de velhos e crianças e ao ver os policias avançando agredindo os indígenas, e um idoso que foi covardemente atingido com arma de fogo em um dos braços o indígena AdenilsonKrixi foi socorrer o velho agredido e foi atingido com um tiro de arma letal em uma das pernas, e esse ao tentar erguer-se com extrema dificuldade  não conseguindo recebeu outro tiro na outra perna e para pasmo geral a pessoa que os indígenas identificam como o delegado de policia federal disparou na cabeça do índio já ferido e fora de combate o tiro de misericórdia. Ocorreu nesse momento a reação dos guerreiros indígenas que desferiram flechadas, no entanto sem efeito já que a força policial aumentou a rigidez no ataque aos índios. Depois dos índios dominados, prossegue Rosenilda, alguns índios em fuga no caminho da roça eram interceptados pelo helicóptero com rajadas de tiros, e a partir dai ocorreu a invasão de domicílios com casas simples tendo suas portas colocadas a baixo,e espingardas de caça foram confiscadas, e bens dos indígenas como DVDs, Notebook, e outros foram destruídos de imediato; registra a depoente que a escola e o posto de saúde também foram invadidas e comprova mostrando muitas marcas de bala no teto e paredes da escola, mostrou também fartas marcas de sangue de seus parentes que feridos empreenderam fuga mato a dentro  deixando rastro de sangue por onde passaram. De posse da palavra o Sr. relator Carlos  Augusto, o Amazonas revelando incontida indignação concluiu pelo depoimento apresentado que a comunidade ficou sitiada, e comprova quando a depoente acrescenta que desligaram o telefone comunitário e proibiram qualquer contato de indígenas com outras aldeias. Ainda contribuindo com a comissão a depoente acrescentou que os policiais dividiram famílias e isso causou mais pânico, colocando de um lado no sol escaldante mulheres e crianças e do outro os homensque foram subjugados, registra que inúmeras pessoas  foram agredidas e cita o professor Danilo  entre tantos, fala que seu avô Baxixi sem provocar ação alguma foi alvo de um tiro de borracha e comprova a marca da ferida pedindo ao avô que mostre o braço. Voltando a questionar a depoente o Relator pergunta quantas pessoas foram baleadas, e em resposta ouve que quatro índios e nomina como Eurico Krixi de 60 anos com um tiro no braço,Edivaldo Moris também ancião  com tiro em seu membro superior, Outro que não sabe declarar o nome e nem a região corporal onde foi atingido e por ultimo  outro idoso  Severino Krixi com um tiro no baixo ventre, todos removidos para Alta Floresta. Voltando a inquerir a depoente Amazonasperguntou se ocorreu algum ato libidinoso cometido pelos policiais contra alguma mulher ao que a depoente respondeu negativamente; perguntou também se ocorreu violência contra crianças, e ao afirmar positivamente mostrou uma criança de cinco anos de iniciais VSM, que mostrava bem visível queimadura no pescoço, perguntada de que foi aquela queimadura respondeu que foi uma bomba deflagrada perto do menor. O Presidente do Poder Legislativo de Jacareacanga Elias Freire, comentou que há indícios de vários crimes praticados pela força policial inclusivecom exposição de vulneráveis, o que contraria disposições legais do Estatuto da Criança e Adolescente, cita o exemplo da criança atingida. O vereador Raimundo Batista Santiago também se mostrando pasmo com a violência praticada contra os indígenas disse que as imagens que viu comprovam sobejamente que ocorreu crime contra o povo da Aldeia Teles Pires, e que algo tem que ser feito para a reparação dos danos ocorridos. O Ver. Adonias Kabá inquiriu aos presentes se alguém pode relacionar e entregar à comissão a relação de bens patrimoniais da comunidade que foram destruídos e pediu aos presentes que entregassem à comissão todos os artefatos e capsulas de balas que acharamespalhados pela aldeia para comprovar a ação de violência ocorrida, de imediato muitas munições deflagradas e granadas foram entregues ao Sr. Presidente da comissão Raimundo Santiago, inclusive uma bomba que não teria explodido e  que não foi recebida pela comissão pois poderia ser detonada acidentalmente em viagem devido  a altitude e a pressão dentro do avião. O octogenário Luiz Waro patriarca da aldeia contando com quase noventa anos falou na língua materna e traduzida por seu bisneto Sandro Waro, disse que nunca tinha visto em sua vida o que ocorreu em sua aldeia, e mesmo estando quase no fim de sua existência nunca acreditava que isso poderia acontecer, e acrescentou que ao ouvir os tiros saiu de sua casa e foi empurrado por dois policiais que em seguida entraram em sua casa arrombando a porta e quebrando tudo. Raimundo Apiaká apresentou-se à comissão dizendo que tem quatro índios desaparecido e não sabe se estão em fuga ou mortos, disse que à noite pais procuravam nas matas filhos menores que fugiram temendo serem mortos e que uma hora da madrugada encontraram em prantos um menor de cinco anos que fugiu para a mata e não soube voltar. Leandro Paleci, disse que na operação índios estavam filmando o massacre com celulares e os policiais viram e tomaram os aparelhosquebrando imediatamente. O presidente da comissão Raimundo Santiago indagou a determinada pessoa se desferiu alguma flechada em policiais, e esse confirmou que desferiu uma certeira flechada em um policial, -para socorrer um velho que foi atirado no braço e que ainda estava sendo espancado e gritando por socorro. Voltando a falar a depoente essa ao comentar a grande quantidade de capsulas de balas deflagrada na aldeia e ainda muitos artefatos, disse que o delegado determinou uma varredura na aldeia para que seus policiais juntassem e levassem consigo todo o material desse gênero. RegistraLeandro Paleci que o indígena morto levou no mínimo cinco tiros em seu corpo todos suficiente para causar-lhe a morte, fala por fim que um dos lideres dos policiais provavelmente  delegado depois do tiroteio perguntava aos gritos aos indígenas: (*-Era isso que vocês queriam caralho? A indígena MiquilinaApiaká gravida de oito meses ao empreender fuga com um filho de três anos à tiracolo no caminho da roça juntou varias capsulas de bala que caiam do helicóptero e não conseguiu chegar à roça porque do helicóptero fizeram vários disparos próximo dela que saltava terra para cima, daí saiu da trilha que a conduziria à roça e adentrou no mato para não ser atingida. Sonia Paleci disse que sua filha menor de cinco anos com medo fugiu para o mato e foi encontrada apavorada somente à meia noite. A jovem indígena YandraWaro entregou à comissão a relação de bens da comunidade que foram distribuídos com o nome de seus respectivos proprietáriose acrescentou que dois indígenas foram roubados por homens da força policial e que os policiais levaram presos para Sinop/MT 14 indígenas: Waldir Waro, Agnaldo Kabá, Joilson de Souza, Valdison Ferreira, ElianoWaro, Adonias Krixi, AudilinoYoto, JonilsonWaro, Marcelo Kamassuri, AdrielKrixi,  Danilo Krixi, Severino Krixi, Edson Kabá, ZezitoWaro, Em seguida registra-se a relação de bens destruídos por bombas ou metralhadoras.
                5 motores de popa  40 HP
                5 Voadeiras  de 10,40mts pertencentes às aldeias Teles Pires, Papagaio, Bom Futuro, Mayrowi, e Vista alegre
                10 rabetas honda e 10 ubás dos indígenas Cleomar Borõ,  José Américo Pereira, Valdelino yoto, Cleiano Moris, Floriano Moris, José Agnaldo Kabá, Leonardo Paleci, Walter Saw, Adenildo Krixi,  José de Artur Moris
                1 motor MWM estacionário de produzir energia para a aldeia
                1 Notebook do Sr. Danilo Manhuari
                8 Motores 15 HP e 8 voadeiras 8,40 mts dos senhores  João Krixi, Leandro Paleci, Comunidade Teles Pires,  Elias Poxo, Joel Krixi, Floriano Moris,  Denilson Krixi,  e Waldir Waro

Valores que foram levados pelos agentes:
                6 mil reais e 58 gramas de ouro de Leandro Paleci
                10 mil reais mais 100 Gramas de ouro do finado Adenilson Krixi. Após a comissão verificar toda a situação reinante na aldeia e recomendar tranquilidade  que medidas cabíveis seriam adotadas o Sr. Presidente Raimundo Batista Santiago, deu por encerrado os trabalhos e ato seguido foi fazer visitação aos familiares do falecido juntamente com a equipe de trabalho. E como nada mais foi tratado passivo de registro, eu Walter Azevedo Tertulino_____________ convidado a secretariar os trabalhos, lavrei o presente relatório que segue assinado abaixo pelos membros da comissão-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x

(*)Esta frase foi substituida pela comissão por: palavras de baixo calão, ja que consideraram obscena para ser colocada em um documento interinstitucional
Matéria copiada na integra do blog Rastilho de Pólvora


A vida sempre coloca em nossa frente várias opções. A escolha é livre, mas, uma vez feita à opção, cessa nossa liberdade e somos forçados a recolher as conseqüências.

Um comentário:

  1. Isso que foi feito comos os nossos irmão indigena foi uma cueldade ja que eles não tinha como se defende, a corvadia foi de mais sera que uma dia a justica deste nosso brasil vai prevalece a favo do mais farco ou vamos todos ter que sofer para que isso vem um dia aconter.meus amigo indigenas eu estou muito triste por tudo isso que esta acontecendo com voces espresso minhas consideração a familia do meu amigo Adenilson Krixi.

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